Práticas - Histórias - 9º ano

Monocromia, policromia e instalação coletiva

MUNDO LEITOR

Arte – 1º semestre de 2016

9ºs anos – Unidade Ribeirânia

Profª Beta Ricci

 Referência: Mundo Leitor – Série Caminhos – Histórias / Atividade 01- Cadernos de Atividades digital e impresso 

 Sequência didática: Estudo sobre Monocromia (abril de 2016)

  1. Apreciação de imagens e estudo do Cubismo e da Op Art: atividade coletiva:
  • Questões disparadoras lançadas às turmas: Afinal, o que é cor? Como enxergamos? Vemos as imagens de forma igual/diferente? Vemos apenas com os olhos?;
  • Conceitos discutidos na apreciação: Monocromia; Graduações de luz e de sombra; Cores Quentes; Cores Frias; Cor é relação; A influência da memória e da cultura no ato de ver.
  1. Criação de Pintura Monocromática: atividade individual:
  • Esboços realizados no caderno e escolha da cor para monocromia refletindo efeitos e significações;
  • Realização da Pintura Monocromática.
  1. Apreciação das Pinturas Monocromáticas e autoavaliação/avaliação.

 Registro fotográfico de alguns exemplos de trabalhos pode ser apreciado nas imagens.

Sequência didática: Estudo sobre Policromia (maio de 2016)

  1. Apreciação de imagens e estudo do Fauvismo e de Matisse – atividade coletiva:
  • Conceitos discutidos na apreciação: Policromia; Contraste; Composição e Autonomia da cor no Modernismo; Técnica mista.
  1. Criação de Policromia: atividade individual:
  • Esboços realizados no caderno, escolha das cores e garantia da aplicação dos conceitos de contraste e autonomia da cor;
  • Realização da Policromia em técnica mista.
  1. Apreciação das Policromias e autoavaliação/avaliação.

 Registro fotográfico de alguns exemplos de trabalhos pode ser apreciado nas imagens.

Projeto “Imaginário coletivo”

  1. Apreciação de imagens de três diferentes artistas do Surrealismo (Miró, Magritte, Ernst) – tarefa de casa individual:
  • Escrita de lista de 20 palavras a partir da apreciação das imagens e da livre associação (automatismo psíquico);
  • Conceitos discutidos coletivamente após apreciação em sala: Surrealismo, Automatismo psíquico, Inconsciente (Freud) e Inconsciente coletivo (Jung), Inovações técnicas realizadas pelos surrealistas.
  1. Desdobramento da lista de palavras: atividade individual:
  • Criação de 20 imagens médias a partir da lista de palavra, formalizando os conhecimentos anteriores sobre teoria das cores, composição e técnica mista.
  1. Criação final da Instalação “Imaginário coletivo” – atividade coletiva:
  • Composição coletiva utilizando as 20 imagens individuais: fixação com fita crepe das imagens na maior parede da sala de arte;
  • Apreciação constante e modificações na composição sugeridas pelas turmas: adaptações estéticas coletivas;
  • Apreciação final e sugestões para finalização da Instalação: venceu a ideia de colocar um contorno de uma pessoa “flutuando” com a forma da cabeça alterada pela imagem de um “raio”/”rachadura”, ampliando os significados e finalizando a composição (vide fotografias de registro para melhor compreensão da criação dos 9º anos).
  1. Registro fotográfico do produto final e autoavaliação/avaliação.

 

Registro fotográfico da instalação coletiva em visão geral e visão detalhada pode ser apreciado nas imagens.

Conclusão

O trabalho abrangeu as noções sobre cores e arte surrealista (Magritte), presentes nas atividade 01e 05 do livro “Histórias”, o que se desenvolveu em muitos outros pontos.

O processo de criação da instalação partiu das imagens surrealistas como não poderia deixar de ser quando o trabalho se faz como um cultivo.

Porém, no meio de seu caminho e na apropriação que fazem dos símbolos, os 9º anos criaram um trabalho totalmente descolado dos artistas estudados. Criaram um trabalho novo, autoral e completamente jovem/adolescente: cheio de referências à vida cotidiana, à personagens e símbolos do universo das HQs (história em quadrinho), aos objetos e acessórios escolares, ao mundo tecnológico do qual estão impregnados e às questões existenciais (Sim, eles têm questões existenciais, desafios de todo crescimento e amadurecimento).

Tal resultado aconteceu porque o trabalho deles foi verdadeiro e também porque é potência da arte e das linguagens recriar os símbolos e se recriar internamente ao mesmo tempo em que o “objeto” criado nasce.

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